A sucessão de Ororo

5
(3)

Mais uma magnífica história contada pelos alunos do 7.º ano. Através de um enredo muito simples, a autora demonstra que nem sempre o que fica para o fim tem menor qualidade.

Por: Iva Cunha (7C)

Era uma vez um rei que vivia sozinho num palácio muito grande, chamava-se Ororo. Ele era muito bondoso e queria sempre ajudar as pessoas mais carenciadas.
Como estava a envelhecer muito e a sua saúde já não era a melhor, precisava de alguém que o sucedesse, mas não tinha filhos. Nesse caso, o rei convocou todos os nobres para lhes comunicar que iria abdicar do seu lugar no trono e que aqueles que o desejassem podiam inscrever-se para o substituir.
Ororo não queria deixar o seu reino governado por alguém que fosse um irresponsável, por isso entrevistou todos os candidatos. Alguns deles tinham ideias para o reino que não eram as melhores: uns queriam subir os impostos, outros só queriam estar no poder, outros queriam começar guerras que não iam valer a pena, etc. O rei ficou muito preocupado porque os seus nobres não tinham boas ideias para o reino. Só faltava entrevistar um e ele já estava a sofrer por antecipação.
O último nobre chamava-se Carolino e tinha boas ideias: queria melhorar o reino, tornar as estradas mais seguras, baixar os impostos, aumentar os salários dos empregados, ajudar os mais pobres e os agricultores que tiveram estragos, devido a fenómenos naturais.
O rei ficou muito contente com as ideias do seu último nobre e voltou a reunir todos os candidatos inscritos para lhes comunicar que já tinha uma decisão: o Carolino seria o seu próximo sucessor.
Ele agradeceu muito ao rei e, passados três anos, já tinha conseguido concretizar todos os seus objetivos. Ororo continuava muito orgulhoso pela sua escolha.

 

Gostaste desta publicação?

Deixa a tua votação! Ou se quiseres, comenta abaixo.

Média das votações 5 / 5. Vote count: 3

Ainda sem votos. Queres ser o primeiro?

Ai é?

Segue-nos nas Redes Sociais

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.