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Os alunos do 7.º ano montaram uma “Fábrica de Histórias à Moda Antiga” e dedicaram-se a elaborar Contos de Natal para serem lidos e contados à lareira.

 

Um Natal Diferente

Era uma vez um camponês chamado Manel que tinha uma filha que tinha sido raptada, há muito tempo, por anões que viviam numa gruta isolada no meio da floresta que rodeava a aldeia. Os anões eram gananciosos e tinham o hábito de roubar as outras pessoas.
Meses se passaram até que chegou a véspera do Natal. Um pastor andava pela floresta e ouviu um barulho estranho, não muito longe de si, e foi ver o que se passava. De repente, viu o Pai Natal a ser atacado e raptado pelos anões.
O camponês seguiu-os pela floresta, até que eles entraram numa gruta que ficava escondida no meio da vegetação. Assustado, fugiu e correu quanto mais podia até à aldeia. Chamou pela vizinhança e contou tudo o que tinha visto.  Todos os habitantes ficaram zangados com a situação e armaram um plano para resolver o problema. Como era véspera de Natal e os anões eram gananciosos e ladrões, pensaram em enfeitar uma árvore, próxima da aldeia, e rodeá-la com muitos embrulhos que pareciam prendas muito boas.
Na manhã seguinte, dia 24 de dezembro, quando os anões viram aquela árvore, um verdadeiro pinheiro de Natal, foram logo a correr para roubar as prendas. Mas os camponeses tinham ficado a espreitar e, enquanto os anões foram buscar as prendas, eles entraram na gruta e conseguiram salvar o Pai Natal e todos os presentes que ele trazia. Quando já estavam a sair, o Manel ouviu chamar por si, olhou para o lado, e deparou-se com a sua filha, desaparecida há muito tempo.
Quando os anões regressavam à gruta, cruzaram-se com os camponeses, que os esperavam para acertarem contas, mas os anões ficaram muito arrependidos, pediram desculpa por tudo e prometeram nunca mais atacar a aldeia. Naquele momento, a filha do Manel também disse que foi sempre muito bem tratada, que apenas tinha de cozinhar para eles, e que eles só roubavam por necessidade porque não tinham outra maneira de arranjar o que precisavam.
Os camponeses perdoaram os anões e convidaram-nos para a grande festa de Natal que se ia realizar na aldeia, naquela noite. Houve prendas para toda a gente e a partir desse dia todos ficaram a viver na aldeia e foram sempre muito felizes.

Diana Moreira e Marta Barbosa

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