Orgão de Gestão

 Luís Fernandes, Diretor
Licenciado em ensino de Português e Francês, Mestre em Educação – Desenvolvimento Curricular e Administração e Organização Escolar.


 Jorge Dias, Subdiretor

Licenciado em ensino de Matemática e Ciências da Natureza, Curso de Pós-Graduação em Administração Escolar e Inovação Educacional.


 Armandina Carvalho, Adjunta do Diretor

Licenciada em Educação de Infância, Curso de Especialização em Administração Escolar, Mestre em Educação – Desenvolvimento Curricular.


 João Cunha, Adjunto do Diretor

Licenciado em Ensino de Físico-Química.

 


Plano de Intervenção

Apresentação

"O que me motiva a apresentar uma candidatura ao lugar de Director do Agrupamento de Escolas de Freixo é um conjunto de convicções sustentadas em três vertentes: individual, colectiva e situacional. Na vertente de cariz individual permito-me afirmar que detenho uma sólida experiência na gestão deste agrupamento, com quase doze anos de trabalho diário, o que me facultou um conhecimento profundo da realidade quer do agrupamento, quer da comunidade educativa onde este se insere. Acompanhei activamente e assumi as mudanças na gestão em 1998, com o modelo que agora é substituído; acompanhei activamente e assumi a constituição do agrupamento das escolas e jardins de infância da área pedagógica de Freixo em 2003; acresce a minha formação profissional e académica permanentemente desenvolvida, a qual constitui uma mais-valia efectiva para responder com eficiência e eficácia aos problemas e constrangimentos da acção da escola. No exercício dessas funções criei fortes laços de trabalho e amizade com muitas pessoas, o que resultou na constituição de equipas com as quais partilhei todas as tarefas necessárias ao bom desenvolvimento da função educativa da escola. É pois, nesta vertente de cariz colectivo, onde o trabalho do grupo permitiu superar sempre as dificuldades e desafios, que me tenho apoiado e me apoiarei para cumprir a missão a que me proponho. De entre muitos outros, devo destacar, pela enorme consideração que por eles tenho, os elementos do actual Conselho Executivo, com os quais contarei para superar com êxito o mandato a que me candidato; posso mesmo afirmar que a candidatura que apresento é mais um acto colectivo do que uma vontade individual. O actual modelo de gestão que, para além de outras mudanças, instituiu a figura do director com a apresentação de candidaturas individuais ao cargo e a obrigatoriedade da elaboração de um projecto de intervenção, abre um novo ciclo na vida das escolas e da sua comunidade educativa. É esta vertente de cariz situacional que importa assumir e considerar quando se tomam decisões. A escola está envolta em grandes mudanças, umas desejadas e outras impostas, mas a vida dentro delas não pára e as pressões externas para a sua mudança raramente têm o efeito desejado e só quando os seus actores assumem o protagonismo da mudança ela se efectiva, procurando as oportunidades de melhoria dentro das suas dificuldades e perspectivando o futuro com o contributo de todos. Assim, julgo reunir as condições necessárias para a assunção plena das funções atribuídas ao cargo que me candidato.”

Carta de Missão 2013-2017

“Para a definição da Carta de Missão do Diretor é condição sine qua non saber onde procurar as fontes que importa convocar: o diagnóstico da situação, a sensibilidade dos seus intervenientes, os recursos disponíveis, a (im)previsibilidade dos constrangimentos e as expectativas para o caminho a seguir. Uma organização tão complexa como a escola, com tantos intervenientes, por vezes, com interesses e expectativas divergentes é indutora de situações problemáticas que na sua maioria se resolvem naturalmente. No entanto, considerando que a escola deve garantir “o direito a uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares” (n.º 2, artigo 2.º da LBSE), todos os esforços convergirão para assegurar que este princípio fundamental seja realizado. Sabendo-se a centralidade que os alunos têm no processo educativo, não podemos descurar a importância que os outros intervenientes assumem, quer docentes e não docentes, pais e encarregados de educação e todos os outros parceiros; competindo, também, à organização escolar assegurar que estes encontrem um espaço onde se possam afirmar profissionalmente e/ou pessoalmente. O documento basilar do agrupamento, o Projeto Educativo, aponta claramente os problemas que o afetam. Este projeto é o resultado de um trabalho coletivo e de uma discussão alargada, sintetizando os aspetos fundamentais que carecem de intervenção, delineando, do mesmo modo, as estratégias e ações a implementar, que foram alvo de particular atenção no Projeto de Intervenção do Diretor. É com base nestes estruturantes documentos que procederei à determinação dos compromissos, articulando-os com os Critérios de Avaliação do Diretor definidos pelo Conselho Geral.”

Critérios de Avaliação do Diretor pelo Conselho Geral

Projeto de Intervenção no Agrupamento de Escolas de Freixo

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Encarregado de Proteção de Dados

Direção de Serviços da Região Norte – Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares

Encarregado: Esmeralda Melo
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